domingo, 18 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
Dilma é cumplice
A Revista Veja em nova reportagem informa que a Presidente Dilma recebeu denuncia de sindicalista, por escrito, e não tomou providências, silenciando diante da cobrança de propina no Ministerio do Trabalho. A oposição cobra e VEJA divulga; “É crime de responsabilidaede. A presidente nao poderia fazer vistas grossas a essa denúncia, que não é anônima”, diz o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR). O parlamentar diz ainda que os novos fatos ajudam a sepultar a imagem da presidente faxineira: “Ela tem sido, desde o primeiro momento, advogada de defesa de todos os ministros denunciados. Uma advogada malsucedida, porque ao final perde a causa.”
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
JOVELINO: Estudante da USP tem sonhos de ‘algodão doce’ com ...
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
"Lupi é ministro da minha inteira confiança", diz Dilma
http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2011/03/03/0402193662E4996327.jhtm
terça-feira, 8 de novembro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
“As passeatas contra a corrupção estão defendendo a Constituição”

Bolívar Lamounier, cientista político e sociólogo
Publicado em 23/10/2011 Agência O Globo
Mesmo desfocado e com pouco impacto nas ruas, o movimento anticorrupção no Brasil tem dado um recado claro aos políticos sobre a insatisfação da sociedade com os malfeitos do Legislativo e do Executivo. Esta é a opinião do cientista político e sociólogo Bolívar Lamounier, que critica os que veem um viés de direita no movimento afirmando que, desde os anos 50, os protestos contra a corrupção são chamados de “direitistas”, “udenistas”, “lacerdistas” [os dois últimos termos se referem à UDN, partido de direita que fazia forte oposição a Getúlio Vargas e, posteriormente, a João Goulart; e a seu principal líder, o carioca Carlos Lacerda]. “[Os atos anticorrupção] estão defendendo a Constituição”, diz Bolívar.
Há intensidade no protesto, principalmente na internet. O problema é o que você faz com ele, para onde canaliza o protesto. Se vai à rua contra o ministro que superfaturou, é um protesto contra a Dilma ou a favor? Ninguém sabe. Ela toma providências, então o protesto pode ser interpretado como apoio ao que ela está fazendo. Outros pensam protestar contra o governo. Não há foco.
O senhor acredita que o movimento seja mais contra a política que contra a corrupção?
Exatamente. E este é o lado ruim da história. Política virou um nome feio, no mundo inteiro, e o Legislativo é o nome mais feio. É muito mais transparente, é mais fácil saber o que aconteceu. O Legislativo é o Judas da História. Esse é o mecanismo pelo qual a corrupção enfraquece a democracia. Por infeliz coincidência, estamos tendo no Brasil um Congresso muito medíocre. Nunca vi nada igual. A corrupção aumentou monumentalmente.
Quando: no governo Dilma, Lula ou Fernando Henrique?
A afirmação é contundente, mas aumentou no governo Lula. Chegou um número grande de pessoas, não digo que todas mal-intencionadas, mas com pouca experiência política, experiência da máquina, muitas mal-intencionadas. Começou um processo de relaxamento das normas de licitação, contratação e superfaturamento. Lula, que tem 80 qualidades, a meu ver tem uns 60 defeitos. Se tivesse tomado providências no início, logo no caso Waldomiro Diniz, teria controlado 50% do problema. [Waldomiro, um dos principais homens de confiança do então ministro José Dirceu, da Casa Civil, foi acusado em 2004, segundo ano do governo Lula, de negociar com bicheiros o favorecimento em concorrências, em troca de propinas e contribuições para campanhas eleitorais.]
O governo Fernando Henrique também é criticado no caso das privatizações[que supostamente foram foco de corrupção]...
Nada foi provado. Fizeram uma bateria de fuzilamento contra o Eduardo Jorge [Caldas] e não tem acusação contra ele. A mesma coisa contra o Luiz Carlos Mendonça de Barros [os dois, ligados ao PSDB, participaram da articulação das privatizações no governo FHC]. O PT, que fazia fiscalização 24 horas por dia no governo FH, não conseguiu provar nada. Não estou dizendo que o Brasil nunca teve corrupção. Isso seria uma bobagem. Estou dizendo que agora saiu de controle. O governo Lula perdeu o controle.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Ministério do Esporte possui contrato com outras Ong’s vinculadas ao PC do B
Orlando Silva compra à vista terreno de R$ 370 mil sobre duto da Petrobras quando ganhava R$ 10 mil

Em agosto de 2010, Orlando Silva Júnior comprou, por R$ 370 mil, um terreno no distrito de Sousas, em Campinas (SP). Pela área de aproximadamente 90 mil m² passa um duto de gás da Petrobras.
Silva, que é ministro do Esporte desde 2006 e recebia à época da compra R$ 10.748, 43 mensais, pagou o terreno à vista. Conforme documento obtido pela reportagem, ele usou cheque administrativo –modalidade que permite o uso do cheque sem que o pagador movimente sua própria conta. Por meio de sua assessoria de imprensa, porém, ele deu outra versão. Afirmou ter pagado o terreno com um cheque pessoal.
Documentos da própria companhia mostram que há planos para mudanças nos dutos localizados no Estado de São Paulo, gerando alto risco de desapropriação. Um funcionário do condomínio Colinas de Atibaia, onde fica a propriedade, disse ao UOL Esporte que a equipe de uma empresa que trabalha para a petrolífera esteve lá recentemente. Avisou que os primeiros terrenos à esquerda da portaria passarão por uma desapropriação parcial. O objetivo é evitar riscos de contaminação.
O sítio do ministro é justamente o primeiro do lado esquerdo. Silva Júnior comprou um terreno que levou mais de um ano para ser vendido. Ele começou a construir uma casa perto do duto.
![]() | A Petrobras é uma forte parceira do Ministério do Esporte. Em agosto, colocou em prática o projeto Esporte & Cidadania em parceria com o ministério. Vai investir R$ 30 milhões em esporte educacional. |
![]() | Haroldo Borges Rodrigues Lima - Diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, é membro do PC do B e baiano, assim como o ministro do Esporte. |
![]() | Ana Cristina Petta - Atriz, a mulher do ministro do Esporte, é integrante da Companhia do Latão, grupo teatral patrocinado pela Petrobras. |
MINISTRO ENFRENTA SÉRIE DE DENÚNCIAS
Orlando Silva, estará nesta terça-feira, às 14h30, no Congresso Nacional para se defender das denúncias de corrupção feitas no fim de semana pela revista Veja e pelo Fantástico, da Rede Globo. A revista trouxe o depoimento do militar João Dias Ferreira acusando-o de ter recebido "uma caixa de papelão lotada de cédulas de R$ 50 e R$ 100, na garagem do ministério”. Silva se disse inocente e prometeu processar o PM, que está preso. Já o Fantástico apresentou suspeitas sobre a atividade da ONG Pra Frente Brasil, dirigida pela ex-jogadora de basquete Karina Rodriguez. A entidade mantém convênio de R$ 28 milhões com o ME e há acusações de desvio de dinheiro público. Silva pediu investigação sobre o caso. |
OS DOCUMENTOS
O ministro e sua mulher compraram o terreno de um casal belga que foi representado por procurador
Esse valor foi pago a vista por Orlando Silva Júnior com um cheque administrativo, conforme mostra documento obtido pela reportagem do UOL Esporte
Assinatura do ministro no documento da compra
- A empresa pagou ao casal belga que era dono do lote um preço bem melhor em relação ao acertado com Silva Jùnior, em um indício de que ter uma área transformada em servidão de passagem ou desapropriada pode ser um bom negócio até para quem não tem contatos na companhia. A petrolífera pagou R$ 5,96 pelo m², enquanto para o ministro cada m² custou cerca de R$ 4.
Em 2005, antigos donos receberam da Petrobras pela passagem do duto, como mostra escritura retificada e ratificada após venda para o ministro
Antes de o ministro comprá-lo, o terreno já havia passado por três espécies de desapropriações parciais, chamadas de servidões de passagem. De acordo com certidão do imóvel registrada no 4º Oficial de Registro de Imóveis de Campinas, a Petrobras deu aos ex-proprietários, em 2005, R$ 54.297,91 por 9.095,87 m referentes a três faixas de terra.
domingo, 16 de outubro de 2011
VIDEO - ONG de ex-atleta é suspeita de fraudar convênio com Ministério do Esporte
sábado, 15 de outubro de 2011
Militante do PCdoB acusa Orlando Silva de montar esquema de corrupção

Golpes, ONGs e a mala de dinheiro - PT e PCdoB na berlinda
O ex-ministro do Esporte e candidato do PT ao governo do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, terá um caminho duro até as eleições de outubro. Um obstáculo difícil será superar o adversário Joaquim Roriz (PSC), político popular que ficou quase 14 anos no poder e está na dianteira das pesquisas eleitorais realizadas até agora. Antes, porém, Agnelo terá de se defender de denúncias que o relacionam a desvios de verbas do Segundo Tempo, principal programa do Ministério do Esporte no governo Lula.
Uma investigação deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal no início de abril, batizada de Operação Shaolin, prendeu cinco pessoas, apreendeu documentos e colheu depoimentos sobre o destino de quase R$ 3 milhões repassados pelo ministério a duas associações de kung fu de Brasília. O relatório final da operação compromete Agnelo com um golpe milionário e sugere o envio das informações ao Ministério Público Federal (MPF) para que a investigação seja aprofundada. Os desdobramentos do caso dirão se o ex-ministro terá condições de se livrar das graves acusações ou se ele aumentará a lista dos políticos de Brasília flagrados com a mão no dinheiro público.

ÉPOCA teve acesso ao relatório da Polícia Civil. “Os indícios preliminares colhidos sugerem que Agnelo Queiroz teria se valido de sua condição de ex-ministro do Esporte para se beneficiar de um suposto esquema de desvio de recursos pertencentes a associações que receberam verbas do programa Segundo Tempo”, afirma, no documento, Giancarlos Zuliani Junior, o delegado responsável pela investigação. A origem das irregularidades foi o repasse de R$ 2,9 milhões para a Federação Brasiliense de Kung Fu (Febrak) e para a Associação João Dias de Kung Fu. O maior convênio, de R$ 2 milhões, foi assinado em 2005 pelo então secretário executivo da pasta e atual ministro, Orlando Silva, com a Febrak. A federação teria de desenvolver atividades desportivas com 10 mil alunos da rede pública de ensino enquanto não estavam em sala de aula. O segundo convênio, de R$ 920 mil, foi firmado com a associação em 2006, quando Agnelo não era mais ministro do Esporte. Segundo a polícia, as associações, presididas pelo policial militar, professor de kung fu e suplente de deputado distrital João Dias (PCdoB), se apropriaram de R$ 2 milhões dos convênios sem prestar os serviços combinados.
A investigação sustenta que as ONGs de Dias forjavam a compra de materiais que seriam usados durante as atividades com as crianças, tais como quimonos, jogos de xadrez, damas, varetas e alimentos. As associações teriam atuado em conluio com empresas que forneciam notas fiscais frias para driblar a fiscalização do ministério.

De acordo com a apuração da polícia, empresas de fachada cobravam 17% do valor das notas para emitir os papéis frios, sacar os recursos depositados pelas associações em suas contas e devolver o dinheiro para as ONGs de João Dias. Os investigadores afirmam que Dias desviou recursos para a compra de uma casa avaliada em R$ 850 mil para construir duas academias de ginástica e financiar sua campanha para deputado distrital em 2006.

Uma testemunha disse ao delegado Giancarlos Zuliani que sacou entre os dias 7 e 8 de agosto de 2007 o equivalente a R$ 335 mil em uma agência do Banco de Brasília, o BRB. Essa testemunha não será identificada na reportagem porque, segundo um envolvido nas investigações, ela ainda não está sob proteção da polícia. A mesma testemunha disse que colocou R$ 256 mil numa mochila e seguiu até a cidade-satélite de Sobradinho, acompanhada de Eduardo Pereira Tomaz, principal assessor de João Dias nos projetos do Segundo Tempo. Chegando ao local indicado, o estacionamento de uma concessionária de motos, um Honda Civic de cor preta, diz a testemunha, estacionou ao lado do carro onde estava com Eduardo. Eduardo, prossegue o relato, entregou a mochila com o dinheiro ao passageiro do carro preto.
A testemunha diz ter identificado o homem que pegou a mochila. “O local onde ocorreu a suposta entrega possuía boa iluminação, razão pela qual o declarante pode afirmar com convicção que Agnelo Queiroz foi a pessoa que recebeu a mochila contendo R$ 256 mil”, diz o relatório da polícia. O depoimento fornece detalhes do encontro em Sobradinho. O ex-ministro teria despejado o dinheiro no chão do carro para conferir os valores e, ao final, tirado R$ 1.000 e dado como gorjeta para Eduardo e para a testemunha.

Eduardo e João Dias foram presos temporariamente durante a Operação Shaolin. Um manuscrito encontrado na casa de Dias chamou a atenção dos policiais. Trata-se de um bilhete que relaciona o número “300.000” ao nome “Agnelo”. O papel foi submetido a perícia, que identificou João Dias como o autor do manuscrito. Gravações telefônicas autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Brasília, segundo os investigadores, interceptaram ligações realizadas por Ana Paula Oliveira, mulher de Dias, para Agnelo Queiroz na manhã de 5 de abril, logo após a prisão de João Dias Ferreira. De acordo com a investigação, Ana Paula tentou falar três vezes com Agnelo para “solicitar a indicação de um advogado para defender seu marido na situação relacionada ao Segundo Tempo”. Em outro momento, segundo a polícia, Dias quis auxílio de Agnelo para se defender em uma ação civil pública promovida pelo Ministério Público Federal.

A polícia indiciou sete pessoas, entre elas João Dias e Eduardo Pereira Tomaz. Além de sugerir o envio das informações para o MPF, Zuliani pede que seja feito um rastreamento dos telefones celulares usados por Agnelo e pelos outros envolvidos na suposta entrega de dinheiro em Sobradinho. Propõe, também, que sejam pedidos os extratos telefônicos que contêm as chamadas geradas e recebidas pelas linhas usadas pelos suspeitos, inclusive Agnelo.
Agnelo nega ter recebido dinheiro proveniente das associações ligadas a João Dias. Diz não ter havido o encontro em Sobradinho descrito pela testemunha e ataca os investigadores. “Esse é um inquérito ilegal e clandestino, arquitetado por uma facção da Polícia Civil do Distrito Federal que estava sob o comando dos meus adversários e que tinha na linha de frente o ex-governador José Roberto Arruda”, afirma. “Esse dossiê, travestido de relatório final de um inquérito, produzido por um grupo da Polícia Civil do Distrito Federal que não tem competência legal para fazê-lo, está sendo usado por meus adversários políticos do momento para tentar equiparar a minha biografia ao prontuário policial deles.” Indagado sobre sua relação com João Dias, Agnelo afirma que foram “correligionários” no PCdoB na eleição de 2006, mas nega que tenha recebido pedido para ajudá-lo na defesa contra a denúncia do MP. “A investigação obedeceu a todas as condições técnicas e foi concluída”, afirma o diretor da Polícia Civil do Distrito Federal, Pedro Cardoso. “O relatório foi encaminhado pelo delegado constituído para a Justiça.”

João Dias nega o envio de pacotes de dinheiro para Agnelo. “Não existe possibilidade de qualquer tipo de benefício direto ou indireto ao ex-ministro Agnelo. Nunca houve nenhum tipo de ajuda financeira”, disse Dias a ÉPOCA. Dias afirma que não escreveu o bilhete e se compromete a fazer novos exames grafotécnicos para provar que a letra não é dele. De acordo com o Ministério do Esporte, os convênios com as associações de kung fu foram firmados obedecendo a critérios técnicos. O ministério diz que o dinheiro desviado, avaliado em R$ 4 milhões em valores atuais, foi cobrado dos representantes das ONGs. Eduardo Tomaz nega o encontro de Sobradinho e a entrega do dinheiro relatada pela testemunha no inquérito.
Diz uma lei não escrita, estabelecida há meses na política do Distrito Federal, que não vence as eleições quem tiver mais votos, mas quem conseguir sobreviver a denúncias de corrupção. Para Agnelo, o maior desafio agora não é enfrentar uma disputa com Roriz, mas provar que as acusações contra ele são inconsistentes.
Dirigente de ONG ameaça ministro do Esporte do PC do B

sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Blog do Dr. Marco Sobreira: DIRIGENTE DE ONG AMEAÇA MINISTRO DO ESPORTE (lavan...
DILMA FOGE DE SERVIDORES PÚBLICOS E BANCARIOS EM PORTO ALEGRE
Bancários e servidores públicos tumultuaram passagem de Dilma pela região central de Porto Alegre
Foto: Tárlis Schneider/Agência Freelancer/Especial para Terra
Reduzir Normal Aumentar Imprimir Daniel Favero
Direto de Porto Alegre
Dezenas de bancários e servidores dos Correios, da saúde estadual e da Justiça Federal organizaram um protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na manhã desta sexta-feira, durante a visita da presidente Dilma Rousseff a Porto Alegre. Na saída da Assembleia, Dilma tentou evitar os manifestantes e teve que ir de carro ao Palácio do Piratini, sede do governo estadual, distante cerca de 50 m - um trajeto que normalmente é feito a pé.
Munidos de apitos e narizes de palhaço, os manifestantes soltaram fogos de artifício durante o discurso de Dilma na Assembleia Legislativa, tumultuando a cerimôniade lançamento do Pacto Brasil Sem Miséria na Região Sul.
Dilma chegou por volta das 10h20 à Assembleia, onde recebeu do presidente da Assembleia, deputado Adão Villaverde (PT), a Medalha do Cinquentenário da Legalidade e uma publicação que relata as atividades realizadas pela Casa em homenagem aos 50 anos do Movimento da Legalidade, desencadeado para garantir a posse de João Goulart na Presidência após a renúncia de Jânio Quadros.
Dilma foi recebida por Villaverde e pelo governador do Estado, Tarso Genro. Na Sala da Presidência da Assembleia já aguardavam Dilma o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), a presidente da Câmara Municipal de Porto Alegre, Sofia Cavedon (PT), e a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário (PT), além dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Ana Amélia Lemos (PP-RS). A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), também recepcionaram a presidente.
Dilma assinou, ao lado dos três governadores dos Estados da Região Sul do País - Tarso Genro (RS), Raimundo Colombo (Santa Catarina) e Beto Richa (Paraná) - o Pacto Sul - Brasil Sem Miséria, que prevê diversas ações para erradicar a pobreza na região. Segundo o governo federal, o programa pretende beneficiar, em todo o País, 16,2 milhões de pessoas, sendo que a Região Sul responde por 4,3% do total.
Estima-se que 61% da população mais pobre da região está concentrada na área urbana. O programa espera erradicar a pobreza através de ações que garantam a transferência de renda, a inclusão produtiva, o acesso a serviços públicos, saúde, educação, assistência social, saneamento e energia elétrica.
Protestos
Além das manifestações dos bancários e dos servidores públicos, trabalhadores da área carbonífera do Estado fizeram um protesto que bloqueou a BR-290 na altura da Ponte do Guaíba, principal ligação de Porto Alegre com o sul gaúcho. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), cerca de 40 manifestantes desceram de um ônibus no km 96 da rodovia, por volta das 8h30. Em seguida, quatro caminhões usados para o transporte de carvão fecharam as pistas, bloqueando o trânsito nos dois sentidos.
Ainda de acordo com a PRF, os manifestantes pretendiam apresentar à presidente Dilma queixas sobre a atual situação do setor, que, segundo os organizadores do protesto, estaria sendo preterido em leilões de energia promovidos pelo governo federal. Após duas horas de negociação, os manifestantes liberaram a via totalmente por volta das 10h30.
Com informações da Agência da ALRS.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Motorista que jogou carro em cima da Marcha Contra a Corrupcao em Curitiba 12/10/11 Curitiba
domingo, 9 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Site do "Financial Times" publica artigo com críticas a Tia Dilma
Leia a íntegra do artigo da Reuters reproduzido pelo "FT".
O termo "agony aunt" se refere, em inglês, a colunistas especializados em conselhos sentimentais --em geral, uma senhora mais velha, daí o "aunt" ("tia"). Daí, também, a ironia do texto.
Virginia Mayo/Associated Press
Dilma, à esquerda, concede entrevista coletiva ao lado de Herman Van Rompuy, presidente do Conselho Europeu
"O país ranqueado em 152º pelo Banco Mundial por seu pesado sistema tributário está aconselhando contra impostos restritivos", escreve a autora, Samantha Pearson.
A crítica é uma reação à advertência feita por Dilma na segunda-feira, durante visita à Europa. Não pela primeira vez, ela fez duras críticas ao modo com que os países desenvolvidos vêm controlando suas finanças.
"Políticos brasileiros recentemente têm tomado a si a resolução da crise financeira internacional, distribuindo conselhos", diz o texto.
O artigo aponta Guido Mantega, ministro da Fazenda, como "pioneiro" nessa prática, após ter feito discursos inflamados acerca da guerra cambial e propor, em setembro, um pacote de resgate ao euro vindo dos Brics.
Pearson escreve sobre a surpresa trazida pela "sugestão de que o Brasil deveria resgatar países [...] cujo PIB per capita é três vezes maior do que o seu próprio".
O artigo aponta que a posição do país, além de não ser realista, é também hipócrita.
"Dilma recentemente falou sobre a necessidade de combater o protecionismo apenas uma semana após aumentar impostos sobre carros estrangeiros em colossais 30 pontos percentuais."
domingo, 2 de outubro de 2011
Marcha contra corrupção em Salvador no próximo dia 12/10
sábado, 1 de outubro de 2011
TCU identifica sobrepreço em obras de terminal salineiro
A auditoria do tribunal também encontrou deficiências no projeto básico, relativas à ausência de sondagens geológicas, sobrepreço por contratação de itens de serviço com valores excessivos, inexistência de critérios de aceitabilidade de preços unitários e deficiência na apresentação das informações da planilha orçamentária.
O Terminal Salineiro de Areia Branca é responsável pelo embarque do sal produzido nas salinas do RN, onde se concentra 95% da produção brasileira.
O ministro Aroldo Cedraz foi o relator do processo.
Serviço:
Acórdão 2519/2011-Plenário
Processo TC 012.903/2011-6
Sessão 21/9/2011
TCU determina anulação de pregão na Universidade Federal de Santa Catarina
O Tribunal de Contas da União determinou à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que anule pregão eletrônico para compra de caldeirões autogeradores de vapor para o restaurante universitário.
O tribunal constatou que não houve pesquisa adequada de preços, não sendo possível aferir se a proposta vencedora seria a melhor para a administração, podendo resultar em danos aos cofres públicos. A pesquisa foi realizada somente junto a empresas de Porto Alegre (RS), sendo que das três empresas participantes, uma não era do ramo e outras duas pertenciam ao mesmo proprietário e tinham mesmo endereço comercial.
O relator do processo foi o ministro José Jorge.
Serviço:
Acórdão nº 2531/2011 PL
Processo TC 016.787/2011-0
Sessão 21/9/2011
http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/imprensa/noticias/detalhes_noticias?noticia=3808744