sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Serra deve ter acesso a dados de Pesquisa! Agora a casa caiu para à Vox Populi!


Os dados de uma pesquisa eleitoral do Instituto Vox Populi poderão ser conferidos pelo presidenciável José Serra (PSDB) e a coligação “O Brasil Pode Mais”. O ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral, acatou o pedido da coligação. Os resultados da pesquisa foram divulgados na última terça-feira (19/10).

O acesso aos dados das pesquisas eleitorais é garantido pela Lei das Eleições, a Lei 9.504/97, e também no artigo 13 da Resolução 23.190, do TSE. O dispositivo estabelece que “mediante requerimento ao Tribunal Superior Eleitoral competente, os partidos políticos poderão ter acesso ao sistema interno de controle, verificação e fiscalização da coleta de dados das entidades e das empresas que divulgaram pesquisas de opinião relativas aos candidatos e às eleições, incluídos os referentes à identificação dos entrevistadores e, por meio de escolha livre e aleatória de planilhas individuais, mapas ou equivalentes, confrontar e conferir os dados publicados, preservada a identidade dos entrevistados”.

Além do acesso aos dados, o interessado também poderá ter acesso ao relatório entregue ao solicitante da pesquisa. Assim, a conferência das informações divulgadas fica mais fácil. Com informações da Assessoria de Comunicação do TSE.

IBGE MOSTRA O INCHACO DA MAQUINA PUBLICA - EMPREGO CRESCE MAIS NO SETOR PÚBLICO


Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) de setembro, divulgados nesta quinta-feira, 21, pelo IBGE, comparados aos resultados da PME de março, apontam para um fato instigante: foi a administração pública (excluídas as empresas estatais) nas três esferas de governo - federal, estadual e municipal - a responsável pelo maior número de postos de trabalho abertos no país e, também, pelo forte aumento da massa salarial.

Confrontando os dados de setembro com os de março - mês em que começou a aparecer uma mudança de tendência nas apurações da PME, a administração pública criou 291 mil vagas. A indústria foi responsável pela abertura de 137 mil novos postos de trabalho (dentre elas as empresas estatais) ; os serviços, 43 mil; e o comércio, 7 mil.

Desde o final do mês de março, a administração pública aumentou de 15,6% para 16,6% sua participação no estoque de ocupados no país, ao mesmo tempo em que no segmento privado a desaceleração da contratação e da produção já aparece, embora ainda não de forma muito visível.

Embora o período eleitoral seja marcado por uma legislação que restringe a contratação de mão de obra pelo setor público nos três meses que antecedem o primeiro turno, muitos desses postos de trabalho já haviam sido objeto de concursos. Os concursados foram sendo chamados a assumir as vagas ao longo dos meses. Os dados do IBGE, porém, não chegam a esse nível de detalhamento - se quem entrou foi por concurso ou por outras formas - assim como não é possível identificar as esferas de governo que mais contrataram.

Ainda com base nos dados de setembro sobre a performance de março, a massa salarial teve um crescimento de 7,2%. Também nesse caso, quem mais contribuiu para sustentar o crescimento foi a administração pública, onde o aumento da massa de salários foi de 15,6%. Fora dela, o aumento foi bem mais modesto: 4,5%. Na construção civil, os salários cresceram 3,9% em setembro sobre março; no setor de serviços, 2,8%; e no comércio, apenas 1,5%.

Fonte: Valor Econômico

Advocacia-Geral pede indisponibilidade de bens de duas entidades beneficentes investigada pela PF

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/03/13/confira_lista_dos_presos_acusados_de_fraude_no_conselho_nacional_de_assistencia_social-426211735.asp
Confira a lista dos presos acusados de fraude no Conselho Nacional de Assistência Social
Seis pessoas foram presas pela Polícia Federal nesta quinta-feira acusadas de fraudar a concessão de títulos de filantropia no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), os Certificados de Entidade de Assistência Social (CEAS), para desviar verbas federais:
Carlos Ajur Cardoso Costa - ex- presidente do CNA (2004 a 2006)

Euclides da Silva Machado - conselheiro suplente / conselheiro titular (2004 a 2005) Márcio José Ferreira - conselheiro desde 2006
Luiz Vicente Vieira Dutra - advogado de entidades
Andréa Schramm Moraes- secretária de Luiz Vicente Dutra
Ricardo Vianna Rocha - advogado de entidades
Retificado conforme errata publicada nos comentários, para que não se comenta qualquer insjutiça. Pois ao contrario que tinhamos citado anteriormente, Cito a errata:

Clarice da Silveira Serafim. disse...
Fui citada em matéria publicada no seu blog em 22 de outubro de 2010: "Advocacia-Geral pede indisponibilidade de bens de duas entidades beneficentes investigada pela PF", como advogada da união e ex "responsável pela ONG PRO-TAMAR".

Contudo, NUNCA fui responsável por esta ONG nem por qualquer outra. Houve um erro crasso, absurdo e injurioso deste blog, pois eu fui a Advogada da União que subscreveu a ação de improbidade CONTRA a referida ONG, entre outros. Eu sou advogada da requerente, União, não da requerida!

Portanto, peço que seja retificada a notícia postada imediatamente, fazendo constar as informações verídicas e factuais, sob pena da responsabilização cível e penal cabível.

Clarice da Silveira Serafim.

14 de maio de 2011 14:00


http://www.agu.gov.br/sistemas/site/TemplateTexto.aspx?idConteudo=150935&id_site=3

A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou duas ações de improbidade administrativa, com pedido de indisponibilidade de bens e valores, contra duas supostas entidades beneficentes de assistência social de e, também, contra vários ex-membros do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

As ações, ajuizadas pela Coordenação de Atuação Pró-Ativa e de Defesa da Probidade Administrativa da Procuradoria Regional da União da 1ª Região são referentes investigações realizadas pelo Departamento de Polícia Federal, na denominada "Operação Fariseu". A operação policial, que foi acompanhada pelo Ministério Público Federal (MPF), teve o objetivo de apurar concessões fraudulentas de Certificados de Entidades Beneficentes de Assistência Social (CEBAS ou CEAS).

As investigações, que contaram, inclusive, com a realização de interceptações telefônicas dos investigados - autorizadas pelo Poder Judiciário -, demonstraram a existência de uma suposta organização criminosa voltada para a prática de crimes (corrupção ativa e passiva, advocacia administrativa e quadrilha ou bando) e atos de improbidade administrativa no âmbito do CNAS.

De acordo com a PRU1, as ações referem-se, especificamente, ao processamento, pelo CNAS, dos pedidos de entidades para concessão/renovação do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social.

A Procuradoria pediu a concessão de liminar para que seja decretada a indisponibilidade dos bens dos réus, assim como a suspensão liminar das decisões do CNAS proferidas nos processos que envolvem as entidades. Além disso, a AGU quer que seja determinada a intimação da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional para viabilizar o lançamento dos créditos tributários respectivos e sua devida cobrança.

No mérito, a União requer a decretação de nulidade da decisão do CNAS que deferiu a concessão/renovação do CEBAS das duas entidades, bem como a condenação dos réus nas penalidades previstas na lei 8429/92, Lei de Improbidade Administrativa.

Refs.: Ações nº
48587-24.2010.4.01.3400 e 48738-87.2010.4.01.3400 - Seção Judiciária do Distrito Federal.

http://processual-df.trf1.gov.br/Processos/ProcessosSecaoOra/ConsProcSecaopro.php?SECAO=DF&proc=485872420104013400
REQDO EUCLIDES DA SILVA MACHADO
REQDO SILVIO IUNG
REQDO ADEMAR DE OLIVEIRA MARQUES
REQDO MISAEL LIMA BARRETO
REQDO LUIZ VICENTE VIEIRA DUTRA
REQDO ASSOCIACAO BENEFICENTE EVANGELICA DE JOINVILLE

http://processual-df.trf1.gov.br/Processos/ProcessosSecaoOra/ConsProcSecaopro.php?SECAO=DF&proc=487388720104013400
REQDO LUIZ VICENTE VIEIRA DUTRA
REQDO EUCLIDES DA SILVA MACHADO

REQDO FUNDACAO CENTRO BRASILEIRO DE PROTECAO E PESQUISAS DAS TARTARUGAS MARINHAS PRO-TAMAR
CLARICE DA SILVEIRA SERAFIM

UTFPR OBRIGA ALUNOS A PARTICIPAREM DE EVENTO DE DILMA NO PARANA


Audio na Integra: http://www.cbncuritiba.com.br/in­dex.php?pag=noticia&id_noticia=31670&id_­menu=195

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

21/10 TST condena APPA por divulgar nome e salário de empregados em seu site

A ofensa à privacidade dos empregados, que tiveram seus ganhos divulgados publicamente no site da autarquia na internet, reverteu em prejuízo para a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), que pretendia, com o procedimento, demonstrar transparência na gestão. Condenada a pagar a dois funcionários uma indenização por danos morais por quebra de sigilo, a empregadora vem recorrendo da sentença, mas o resultado se mantém, inclusive com decisão recente da Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho de não conhecer do recurso de revista da Appa.

A autarquia foi condenada pelo juízo de primeira instância a pagar R$ 4.980,00 por dano moral a cada trabalhador. Ao recorrer ao Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), argumentou que publicou a relação nominal de cargos e remunerações dos funcionários em seu site oficial na internet em observância ao princípio da publicidade. Com essa alegação, a empregadora pretendia conseguir a reforma da sentença. No entanto, o TRT paranaense manteve a decisão.

Para isso, o TRT/PR considerou que a Appa excedeu os limites do razoável. De acordo com o Regional, a autarquia deveria ter agido com moderação, divulgando somente cargos, quantidade e respectiva remuneração, sem o nome dos seus ocupantes. Dessa forma, seria atendida a finalidade de demonstrar transparência e moralidade na gestão, sem atingir a esfera da vida privada dos funcionários ao tornar público os seus ganhos.

O Tribunal Regional entendeu que, “se, por um lado, o princípio da publicidade deve ser observado, não menos importante são os direitos personalíssimos do empregado, os quais ganharam status de direitos fundamentais pela Constituição de 1988”. O procedimento da autarquia, segundo o TRT, afrontou o artigo 5º, inciso X, da Constituição, que, ao amparar os direitos fundamentais individuais, estipula que "são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação".

Inconformada, a empregadora recorreu ao TST, alegando que não teve nenhuma intenção de prejudicar ou causar qualquer espécie de dano aos autores e que a decisão de condená-la viola o artigo 37 da Constituição Federal. Além disso, apresentou julgados com entendimento diferente para comprovar divergência jurisprudencial. Inicialmente, ao analisar o caso, o relator do recurso de revista, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, esclareceu que, segundo o acórdão regional, a sentença, ao entender como ilícito o ato de divulgação, via internet, dos salários de todos os empregados da APPA, não viola a literalidade do artigo 37 da Constituição.

Ressalva

No entanto, o ministro, ao ressaltar que o artigo 37 dispõe que a administração pública direta e indireta obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, ressalva seu entendimento. Segundo o relator, o artigo constitucional, “ao contrário do fundamento do julgado, remete à observância do princípio da publicidade, a denotar que ao desconsiderar a licitude de divulgação de valores pagos aos empregados, por ato administrativo em que se relaciona os salários dos empregados da empresa pública, a decisão deixou de dar validade à norma”.

Apesar de sua ressalva, o ministro destacou que a Sexta Turma entende que a decisão que condenou a autarquia não viola o artigo 37 da Constituição Federal, “porque o dispositivo aborda tão somente a obediência aos princípios nele elencados”. O colegiado considerou, então, que o Tribunal Regional, ao condenar a Appa ao pagamento de indenização por danos morais, não ofendeu o artigo 37 da CF, que dispõe acerca dos princípios da administração pública, o que não se discute no caso.

Por outro lado, os julgados apresentados não serviram para comprovar divergência jurisprudencial. Assim, quanto à indenização, o colegiado não conheceu do recurso, permanecendo a condenação ao pagamento de indenização por danos morais. Houve reforma do acórdão regional em um único ponto: por ser a Appa uma autarquia que presta serviço público e recebe recursos estaduais, a Sexta Turma aplicou a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e determinou que a execução deve se dar por meio de precatório, na forma prevista no artigo 100 da Constituição Federal. (RR - 41440-28.2008.5.09.0322)

(Lourdes Tavares)

Esta matéria tem caráter informativo, sem cunho oficial.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Serra é agredido durante manifestação violenta de militantes do PT

FRAUDE NO PRONAF DE DILMA - MPF processa 57 por desvio de R$ 27 milhões

http://www.prpa.mpf.gov.br/noticias/2010/mpf-processa-57-por-desvio-de-r-27-milhoes
Última modificação 20/10/2010 14:37 O dinheiro foi desviado de programas destinados a agricultores

O Ministério Público Federal ofereceu à Justiça Federal duas ações de improbidade contra acusados de desviar R$ 27 milhões de verbas do FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte), do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e do Crédito de Instalação para assentamentos do governo federal.

No total, cinquenta e sete pessoas estão envolvidas nas fraudes, entre servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Emater, Agência de Defesa Agropecuária, Associações de Trabalhadores, profissionais da agropecuária e empresários.

Agências bancárias do Basa e do BB em Itupiranga, Eldorado do Carajás e Parauapebas foram usadas como base para o esquema. A auditoria do BB contabilizou prejuízo de R$ 10 milhões, desviados do crédito instalação. Já no caso do Basa, foram R$ 17 milhões desviados do Pronaf e FNO.

Relembre o Caso

http://www.votebrasil.com/noticia/regional/mp-do-pa-denuncia-40-por-desvio-de-r-30-mi-do-pronaf
Regional: Fraude 26/07/2010 - 15h16
Fonte: Estadão

MP do PA denuncia 40 por desvio de R$ 30 mi do Pronaf
Segundo os procuradores, o grupo atuava no sudeste paraense utilizando um megaesquema de fraudes que envolvia funcionários públicos, empresas de assistência técnica, sindicatos e revendedores de produtos agrícolas.
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O Ministério Público Federal no Pará (MPF-PA) denunciou à Justiça 40 pessoas acusadas de integrar uma quadrilha responsável pelo desvio de R$ 30 milhões em recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).

Segundo os procuradores, o grupo atuava no sudeste paraense utilizando um megaesquema de fraudes que envolvia funcionários públicos, empresas de assistência técnica, sindicatos e revendedores de produtos agrícolas.

A ação criminal, encaminhada pelo procurador da República André Sampaio Viana à Justiça Federal em Belém na semana passada, denuncia a prática de crimes como estelionato, formação de quadrilha, corrupção ativa, falsificação de documentos, falsidade ideológica, crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro.

A quadrilha foi desbaratada em maio deste ano durante a Operação Saturnos realizada pela Polícia Federal, com o apoio do MPF no Pará, quando 14 pessoas foram presas. As investigações do MPF e PF começaram em 2008 a partir de depoimentos de pessoas enganadas pela quadrilha.

Segundo o inquérito, a quadrilha conseguia os documentos dos trabalhadores rurais, com a desculpa de obter indenizações pelos prejuízos provocados pela repressão da ditadura militar à guerrilha do Araguaia. A grande maioria dos trabalhadores é de Eldorado dos Carajás e Parauapebas.

Os dirigentes sindicais acusados de participar do esquema emitiam falsas declarações de aptidão ao Pronaf, documento utilizado para identificar agricultores familiares aptos a receberem os créditos. Além de sindicatos, funcionários do escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) de Parauapebas também expediram declarações irregulares.

Os dados das vítimas eram utilizados na elaboração de projetos para aplicação dos créditos, principalmente os do Pronaf.

Os técnicos das empresas de planejamento agrícola assinavam atestados falsos de vistoria nos imóveis rurais. Os falsos projetos eram enviados a agentes do Banco da Amazônia, do Pronaf e do FNO envolvidos nas fraudes. Todos os documentos eram aprovados, sem qualquer vistoria em campo.

O MPF e a Polícia Federal constaram que o sistema também contava com a participação de funcionário de empresa contratada pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa) para mapear fazendas e assentamentos da região de Parauapebas. O funcionário vendia para a quadrilha croquis falsos das propriedades rurais a serem beneficiadas com recursos do Pronaf.

Quando o grupo precisava de documentos falsos que atestassem a existência de rebanho bovino, funcionários da Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adepará) emitiam Guias de Transporte Animal (GTAs) e laudos de vacinação falsos. Notas frias também eram fornecidas por revendas de insumos agropecuários da região e para a emissão de CPFs falsos a quadrilha contava com apoio de um funcionário dos Correios em Curionópolis.

Serra e Fiscogate: ‘Ação direta ou terceirizada do PT

Josias de Souza


De passagem pelo Rio, José Serra concedeu entrevista à Rádio Tupi. Foi instado a comentar o noticiário sobre os desdobramentos do Fiscogate.

Disse:

"[...] Foi uma ação direta ou terceirizada da campanha do PT. Esse cidadão [o repórter Amaury Ribeiro Jr.] foi imediatamente contratado pelo PT para levar o seu know how, fruto das suas espionagens. Seja a que ele fez ou que ele iria fazer".

As declarações de Serra foram feitos num instante em que ainda não havia sido divulgado o teor do depoimento de Amaury Ribeiro.

O ‘repórter’ declarou à Polícia Federal que, na origem, seu trabalho destinava-se a prover “proteção” a Aécio Neves, o companheiro de partido de Serra.

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Fonte: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2010-10-01_2010-10-31.html#2010_10-20_17_57_43-10045644-0

Políbio Braga fala sobre a passagem de Dilma pela prefeitura de Porto Alegre

Saiba como Dilma fracassou na Secretaria da Fazenda de Porto Alegre.

Fonte: http://polibiobraga.blogspot.com/2010/10/saiba-como-dilma-fracassou-na.html
O editor foi chamado pela campanha de José Serra para dar um depoimento sobre a passagem de Dilma Roussef pela Secretaria da Fazenda de Porto Alegre e não se negou.

. O editor substituiu Dilma no cargo. Herdou uma herança maldita.

Manifesto pela Democracia por Hélio Bicudo.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

LUZ PARA TODOS E SILAS NUREAL NA OPERAÇÃO NAVALHA PF

A GRANDE MENTIRA DO PETISMO. OU: PEÇA DESCULPAS AOS CRISTÃOS, JOSÉ EDUARDO CARDOZO!

Já tratei deste particular aqui algumas vezes. Muitos leitores me perguntam, até de boa-fé: “Reinaldo, você não exagera nas críticas ao PT? Os partidos não são, todos eles, mais ou menos suspeitos? Não mentem sempre um pouco? Não têm defeitos?” Respondo: claro que sim! Ninguém seria aprovado num teste de santidade, e política não é mesmo para santos — aliás, ninguém gostaria de viver a dura vida de um santo. A questão é o grau da delinqüência intelectual e política desta legenda ou daquela. A questão é saber quando um partido, APESAR DE TODOS OS SEUS DEFEITOS, faz a democracia avançar e quando força um recuo.

Sou especialmente crítico ao PT porque acho que o partido, depois da redemocratização, de que foi só coadjucante, faz o estado de direito recuar. Tenho exposto as minhas razões de modo sistemático nos últimos, deixe-me ver, 14 anos pelo menos. Não que não tenha sido muito duro com o governo FHC também. Com efeito, eram restrições de outra natureza. O ex-presidente respeitava as instituições democráticas e o estado de direito. Não é, em regra, o caso do PT.

Fiz, acima, o que muitos chamam “nariz de cera”, uma introdução razoavelmente longa para chegar ao ponto. E qual é o ponto da hora? Vejam primeiro esta imagem.

jornal-da-ctb

Viram? Então leiam agora o que segue:

A gráfica Pana — que alguns petistas tentaram invadir no último fim de semana para impedir a divulgação do documento assinado por bispos da Regional Sul I da CNBB — rodou, há duas semanas, 75 mil cópias do “jornal” da CTB, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, com 4 páginas coloridas. O custo da impressão: R$ 5 296 reais, pagos pela central. O folheto — QUE É ILEGAL, DIGA-SE!, traz na capa uma foto de Lula e Dilma, erguendo os braços, sobre o título: “O desafio do 2º turno”. Dentro, todas as “reportagens” pedem mobilização para eleger Dilma presidente ou fazem propaganda do governo. O título da primeira é: “Dilma: Para o Brasil Continuar no Rumo Certo”, que é um mote de campanha.

Além disso, a gráfica Pana, que fatura em média R$ 400 mil por mês, publicou material eleitoral para outros petistas, entre eles, o deputado federal Paulo Teixeira, um dos que estavam presentes na vigília que bloqueou a porta da gráfica. No santinho em questão, Teixeira aparecia junto com o deputado estadual Simão Pedro (PT). A dupla gastou R$ 172 mil na Pana. A gráfica também imprimiu material para o diretório estadual do PSTU nesta eleição — o partido pagou R$ 32 mil por alguns panfletos. Até a Mulher Pêra, candidata a deputada pelo PTN, encomendou serviços por lá: no caso dela, 20.000 “jornaizinhos”, que saíram por R$ 4 mil.

Entenderam o ponto? A Mitra Diocesana de Guarulhos já havia deixado claro que a encomenda para a impressão do apelo de católicos contra o aborto partira dali, não do PSDB. Os petistas e a imprensa amiga dos petistas, no entanto, não quiseram nem saber: foram logo buscar vínculos entre a gráfica e o partido, embora a empresa tenha exibido todos as provas de que a encomenda partira da diocese. E daí? Não se tomou nem mesmo o cuidado de fazer o que se está fazendo aqui: “Essa gráfica costuma imprimir material de vários partidos políticos?” Costuma! Inclusive do PT, o que desmonta a acusação, não fossem as demais evidências.

Fica demonstrada, assim, a honestidade do escândalo que os petistas tentaram fazer. Lembro-me do ar “serioso” de José Eduardo Cardozo a lamentar os “vínculos” da gráfica com os tucanos. Vejam um tuíte do deputado petista Paulo Teixeira no dia em que se praticou constrangimento ilegal contra o gerente da empresa:

paulo-teixeira1

Ele sabia, é óbvio, que ele próprio era cliente da gráfica que acusava de manter vínculos com os tucanos.

Então volto agora àquela questão inicial. Quando me perguntam: “Você não exagera com o PT?” Não! Eles é que exageram na vigarice. Na entrevista coletiva de Cardozo, mesmo sabendo de tudo isso, tentou-se criar um escândalo político, adicionando, diga-se, uma outra falsidiade: a de que Paulo Ogawa, aquele senhor que sofreu o constrangimento ilegal, teria sido funcionário do Ministério da Saúde quando Serra era titular da pasta. Tratava-se, como informei aqui, de um homônimo — e, pois, o PT mentia. Mesmo assim, parte do jornalismo online manteve a mentira no ar.

Republico, agora, o vídeo, feito pelos próprios petistas, em que, com a ajuda da imprensa — especialmente daquele tipo particular de jornalismo que tem sido feito pelos portais de telefonia —, pratica-se uma verdadeira blitz fascistóide contra a gráfica. Quem já viu o filma que relata o constrangimento ilegal leia o que vem depois.


Se sou muito duro com o PT? Não! Acho até que sou caroável demais! Essa gente não tem limites e pode destruir o que encontra pela frente se julgar que se trata de uma necessidade partidária.

José Eduardo Cardozo, o “ético” do PT, deveria vir a público para se desculpar com a empresa e com o sr. Paulo Ogawa em particular. Mas ele não vai fazer isso porque julga que o homem, coitado!, é apenas um dano colateral na luta de seu partido para construir um mundo mais justo. Se, na trajetória, eles tiverem de destruir algumas pessoas, paciência, não é? Mao Tse Tung, Stálin e Pol Pot pensavam o mesmo. Os tempos são outros, eu sei. Hoje, os comissários do povo praticam assassinatos morais.

Por que mesmo sou tão duro com “eles”? Está explicado desde sempre. Aqui está devidamente exemplificado. Deve haver algum caminho jurídico que puna também este tipo de litigância de má fé. Numa democracia exemplar, o sr. Paulo Ogawa arrancaria até as calças do PT por conta do constrangimento que sofreu e da satanização a que ficou exposto. Espero que tenha clareza disso e tome as devidas providências.

Por Reinaldo Azevedo

O que Lula e Dilma falaram na reunião de socialistas em Cuba


Fonte:
http://bandeirantesnews.blogspot.com/2010/10/o-que-lula-e-dilma-falaram-na-reuniao.html

Quem é Aécio vota Serra - SKANK Milton Nascimento


♪♫ Música de fundo ♪♫ AÉCIO NEVES: A partir deste dia de hoje a sua voz será a nossa voz, das montanhas de Minas até o Nordeste deste país, ao Sul, ao Centro Oeste, ao Norte. Cada um de nós haverá de ecoar as suas propostas para dizermos de forma definitiva que queremos um governo que avance mais, que faça menos propaganda. Todos que estamos aqui estivemos ao lado do Presidente Tancredo Neves para reconstruirmos a democracia. ELES NÃO! A ele negaram seu voto. Nós estivemos ao lado do Presidente Itamar e eles mais uma vez não, porque o projeto partidário sempre foi prioritário. Para que os exemplos dos nossos grandes homens públicos possa inspira-lo cada vez mais e as nossas montanhas de ferro possam lhe dar força para essa caminhada que não será fácil, mas será vitoriosa com generosidade, com amor ao Brasil, até a vitória da decência e do trabalho, até a vitória de JOSÉ SERRA PRESIDENTE DA REPÚBLICA! Quem vota em Aécio vota em José Serra.

Pastor Silas Malafaia Responde Edir Macedo

Parte 1/2

Parte 1/2

Os melhores 64 segundos do ano eleitoral

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/os-melhores-64-segundos-do-ano-eleitoral/

Por: Augusto Nunes


O vídeo é muito mais revelador que 100 debates eleitorais, 200 discurseiras de Lula, 300 falatórios de Dilma Rousseff ou 500 comícios do PT. Em 64 segundos, comprova que o padrinho furta façanhas produzidas pelo antecessor, reitera que a afilhada mente, lembra que o partido dos dois sempre apostou no quanto pior, melhor e escancara a superioridade intelectual e política de Fernando Henrique Cardoso.

“O PT tem uma avaliação de que esse plano econômico é um estelionato eleitoral”, diz Lula aos companheiros e repete numa entrevista. Em seguida, aparece ao lado de FHC antes de um debate promovido em junho de 1994, quando a vitória sobre a inflação transformou o candidato do PSDB em favorito.

“Quando o Collor fez o programa dele, imediatamente o povo dava 90% de aceitação do Collor”, fantasia o agressor do português e dos fatos. O presidente que decretou o confisco da poupança foi desde o começo do governo um dos mais impopulares da história. “É preciso ver no longo prazo se a economia brasileira resiste”.

“Estou convencido de que a economia resiste, porque esse plano foi feito com cuidado, com muita objeção do PT e do PDT”, replica FHC. Estava coberto de razão, reconhece Dilma Rousseff no fecho perfeito do vídeo: “Acho que, sem sombra de dúvida, a estabilidade do Real foi uma conquista do governo Fernando Henrique Cardoso”, admite no auditório da Folha a candidata que agora jura que o chefe teve de reconstruir “um país em petição de miséria”.

A aparição conjunta dos dois presidentes explica por que o SuperLula sai em desabalada carreira quando alguém sugere um debate com sua kriptonita verde. E os 64 segundos apontam à oposição o caminho mais curto para a vitória nas urnas. Serra deve perguntar a Dilma o que acha do Plano Real. E repetir o que dizem no vídeo a criatura e o criador.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Aborto - a dor da alma

KAMASUTRA NA CASA CIVIL - Com a bênção de Cardeal

PALAVRAS DE ERENICE: "ISTO NÃO VAI DAR EM NADA!!!!"

Um dos pivôs do escândalo de suposta corrupção na Casa Civil com seus filhos, irmãos e marido, a ex-ministra Erenice Guerra esperava faturar alto atuando como advogada de ex-membros do governo Lula também encalacrados em esquemas de propinoduto. Em conversa telefônica em 14 de maio de 2008, gravada pela Polícia Federal com autorização judicial, Erenice critica a atuação da polícia e confidencia ao exministro das Minas e Energia Silas Rondeau que, quando saísse do governo, pretendia "ganhar dinheiro" identificando erros em processos de investigados por corrupção.


Audio => Complica os Braços de Dilma Erenice e Cardeal


Erenice: ‘Ainda vou sair e ganhar dinheiro‘

Um dos pivôs do escândalo de suposta corrupção na Casa Civil com seus filhos, irmãos e marido, a ex-ministra Erenice Guerra esperava faturar alto atuando como advogada de ex-membros do governo Lula também encalacrados em esquemas de propinoduto. Em conversa telefônica em 14 de maio de 2008, gravada pela Polícia Federal com autorização judicial, Erenice critica a atuação da polícia e confidencia ao exministro das Minas e Energia Silas Rondeau que, quando saísse do governo, pretendia “ganhar dinheiro” identificando erros em processos de investigados por corrupção.

Na gravação, divulgada ontem pelo jornal “Folha de S.Paulo”, Erenice tentava tranquilizar Rondeau, que havia deixado a pasta de Minas e Energia em meio a suspeitas de que teria participado de um esquema de tráfico de influência com Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O alvo da escuta era Rondeau.

— Fica tranquilo, meu amigo, isso não se sustenta, *Silas... Um dia eu ainda vou sair e vou ganhar dinheiro com essas coisas fora daqui. Eu fico completamente impressionada com a capacidade de instrução de inquérito falha que a polícia faz e a aceitação do Ministério Público.

( * - 15/06/2009 às 5:44 Ato secreto garante emprego no Senado a filha de aliado de Sarney, o ex-ministro Silas Rondeau http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/ato-secreto-garante-emprego-no-senado-a-filha-de-aliado-de-sarney-o-ex-ministro-silas-rondeau/ )

É lamentável. Nós estamos vivendo uma disputa política e de politização do Judiciário, que é um negócio escandaloso — diz Erenice para Rondeau na conversa gravada.

Rondeau fez a Erenice uma consulta sobre o advogado para defendê-lo. Ela admitiu que havia chegado a pensar no ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos para representá-lo. Mas no fim aconselhou Rondeau a manter José Gerardo Grossi como seu advogado e não usar o dos demais acusados.

— Acho o seu mais experiente — justificou Erenice.

À época, Erenice enfrentava a acusação de ter elaborado um dossiê contra a ex-primeira-dama Ruth Cardoso com o objetivo de evitar a instalação da CPI dos Cartões Corporativos. Embora a PF, então, tenha comprovado que a planilha com os dados da ex-primeira-dama realmente havia sido confeccionada dentro do Palácio do Planalto, a investigação acabou ficando suspensa por 15 meses e teria sido retomada apenas em março deste ano, quando o Ministério Público apresentou um pedido de acareação e depoimentos. Informações de O Globo.





Dona Dilma e seus dois ex-presidentes da Eletrobras, Valter Cardeal e Silas Rondeau

Na última semana, analisei trechos do material encontrado no computador de Protógenes Queiroz e encaminhado à CPI dos Grampos.

Um documento, em particular, tem de ser mais debatido: o relatório no qual os agentes engajados pela PF comentam, com linguagem rasteira, os boatos sobre os relacionamentos amorosos de Dilma Rousseff.

Numa homenagem a Protógenes Queiroz, que sempre manifestou um interesse especial pela cultura indiana, chamei esse relatório de Kama Sutra da Satiagraha.

O Kama Sutra da Satiagraha tem como protagonistas Dilma Rousseff e outros dois nomes: o primeiro, como mencionei em minha coluna, é Valter Cardeal, diretor da Eletrobras. Em 2007, depois de ter sido nomeado presidente da empresa, ele foi grampeado pela PF e denunciado por envolvimento com o esquema de propinas da empreiteira Gautama.

O segundo nome eu prefiro manter em respeitoso sigilo porque ele, Silas Rondeau - Epa! -, nunca precisou da ministra para fazer carreira, já que é visceralmente ligado ao grupo de José Sarney. O que importa, em seu caso, é o seguinte: na Operação Navalha, ele também foi acusado pela PF de envolvimento com o esquema de propinas da Gautama.


Zeca Diabo em mais uma história mal explicada.

Na primeira reportagem de
VEJA sobre o conteúdo do computador de Protógenes Queiroz foi reproduzida uma passagem escandalosa que, estupidamente, acabou sendo ignorada na cobertura da imprensa. Ela diz: "Para cada tonelada de álcool, é pago US$ 1,5 para o Silas. O Zeca é dono da Dilma.

Na estatal, ganham Sarney, Romero Jucá, Renan e Barbalho". Interpretando: Silas só pode ser Silas Rondeau.

Quem é que lhe paga um dólar e meio? Alguém já perguntou a Protógenes Queiroz? O que significa aquela frase sobre Zeca, ou Zeca Diabo, ou José Dirceu, ser dono da Dilma? Que estatal é essa que gratifica José Sarney, Romero Jucá, Renan Calheiros e Jader Barbalho? Na CPI dos Grampos, Protógenes Queiroz tem de ser esmagado contra a parede até responder essas perguntas.

Quando VEJA publicou sua reportagem, Protógenes Queiroz alegou que, em seu computador, havia apenas fragmentos da Satiagraha. Mentira. Os trechos envolvendo Dilma Rousseff, Valter Cardeal, Silas Rondeau e todos os outros referem-se claramente ao setor de energia.

A suspeita é que a PF tenha um aparato de espionagem que passa dados sigilosos de um inquérito para o outro, sem o menor controle da autoridade judiciária.

Dessa maneira, o conteúdo de um grampo realizado para a Operação Navalha pode ser repassado clandestinamente para a Operação Boi Barrica ou para a Operação Satiagraha.

Os delegados que fazem parte desse aparato tornam-se proprietários de notícias valiosas, que podem ser usadas contra quem lhes interessa.

Por isso as operações da PF fazem tanto barulho, mas raramente resultam em condenações. O que interessa, no caso, é a posse da informação, e não a informação em si. O perigo é um só: que a informação se transforme em matéria-prima para achaques.

À primeira vista, o Kama Sutra da Satiagraha é somente uma bizarrice repugnante. Mas ele pode ajudar a esclarecer como alguns agentes da PF garantiram a impunidade a um bocado de gente associada ao governo. Basta descobrir o que Protógenes Queiroz pretendia obter com aquele "dólar e meio pago para o Silas".
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Provopar terá de dar explicações ao Ministério Público sobre valores negociados para venda da madeira doada pela Polícia Federal « CBN Cascavel – A rádio que toca notícia.

Provopar terá de dar explicações ao Ministério Público sobre valores negociados para venda da madeira doada pela Polícia Federal « CBN Cascavel – A rádio que toca notícia.

Evangélicos estão desconfiados da carta da candidata do PT « CBN Cascavel – A rádio que toca notícia.

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domingo, 17 de outubro de 2010

NEGLIGENCIA - ACIDENTE PORTO DE CHIBATAO

Acidente no Chibatão derruba carretas e deixa desaparecidos
17 Out 2010 . 19:58 h . Redação . http://www.d24am.com/noticias/amazonas/acidente-no-chibatao-derruba-carretas-e-deixa-desaparecidos/9371

Parte do pátio do porto desabou com carretas e containers
















[ i ] Policiais desceram no local do acidente e tentaram localizar vítimas utilizando um cão farejador. Foto: Divulgação

Oito pessoas desaparecidas em tragédia no Porto do Chibatão.
Bombeiros e Policiais, realizam buscas de operários desaparecidos da tragédia do porto chibatão
Camera Fechar vídeo Manaus - Um deslizamento de terra na orla do Rio Negro destruiu, na tarde deste domingo, grande parte dos pátios de carga e descarga do Porto Chibatão, no bairro Colônia Oliveira Machado, zona sul de Manaus, ao lado da Feira da Panair. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, dois homens estão desaparecidos.
Sílvio Barbosa, 63 anos, e Pedro Paulo, 31, trabalhavam numa retroescavadeira quando o equipamento caiu no Rio Negro, junto com dezenas de carretas e containers, além de muito concreto e barro. O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Antônio Dias, informou que as buscas só serão encerradas quando os corpos forem resgatados pelos mergulhadores.

Os dois pátios do Porto Chibatão, onde ficavam as carretas e os conteiners, foram isolados por causa do risco de novos deslizamentos. Outras carretas, além de ‘cegonhas’ lotadas de carros novos, não puderam ser removidos porque a movimentação de cavalos mecânicos podia causar uma nova tragégia. “Ainda não sabemos as causas desse deslizamento. Isso será apurado hoje”, disse o comandante.

Funcionários do Porto Chibatão, que não quiseram se identificar, disseram à reportagem que havia 150 carretas e 250 conteiners nos dois pátios. Um grupo de 25 trabalhadores que descarregava carretas sobreviveu porque estavam almoçando longe dos pátios. Os tripulantes de um empurrador, que também foi para o fundo do rio, não estavam na embarcação.

A diretoria do Porto Chibatão não se pronunciou sobre o acidente. Quem navegou na tarde deste domingo à tarde pela orla do Rio Negro ficou impressionado com o cenário de destruição. O deslizamento de terra foi tão forte que gerou um grande banzeiro, resultando em outros deslizamentos de terra próximo ao Laranjinha, no bairro Educandos.

Buscas

Os mergulhadores do Corpo de Bombeiros que atuam no local encontraram uma retroescavadeira que afundou no Rio Negro no momento do acidente. Nenhum corpo foi encontrado dentro do equipamento.Na áre de terra, onde grande parte das carretas e containers caíram, dois policiais desceram de helicóptero com um cão farejador, por volta das 16:45h. O objetivo era encontrar os operários soterrados, mas a operação não obteve sucesso.

Devido ao forte temporal que atingiu a cidade no final da tarde deste domingo, as buscas foram suspensas. No entanto elas devem ser retomadas em breve, e acontecerão durante toda a noite. Até então, 40 bombeiros, sendo dez mergulhadores, trabalhavam nas buscas por sobrevivemtes.

De acordo com o sargento Ambroesa de Oliveira,do Corpo de Bombeiros, a procura por corpos está muito difícil pois há muita terra no local. Para resolver este problema, uma retroescavadeira foi colocada sobre a balsa Giovana VIII, e terá a função de retirar parte da terra.

MPF ACIONA INCRA - 2,6 MIL SEM TERRAS SÃO SERVIDORES PUBLICOS

Intenção é redistribuir terras da reforma agrária para quem realmente necessita

O Ministério Público Federal no Acre (MPF/AC) entrou com ação civil pública na Justiça Federal para obrigar o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a excluir de seus projetos de assentamentos todos os servidores públicos que constem como beneficiários da reforma agrária e ainda não possuam o título definitivo de propriedade. A ação também pede que os lotes recuperados sejam redistribuídos entre famílias de trabalhadores rurais que se encaixem no perfil de beneficiários da reforma agrária.

A ação, assinada pelo procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, apurou que existem servidores cadastrados como beneficiados em assentamentos da reforma agrária. O decreto que regulamenta a distribuição de terras do programa nacional de reforma agrária, além de normas de execução do próprio Incra, vedam expressamente a participação de servidores públicos na seleção de beneficiários do programa.

O texto da ação diz que “se o Poder Público desapropria um imóvel para doação a um servidor público, certamente estará desviando da finalidade constitucional, legal e infralegal da reforma agrária, prejudicando, ao mesmo tempo, o patrimônio público e o direito à terra de milhões de agricultores brasileiros 'sem-terra' que permanecem desamparados em seus direitos humanos constitucionais.”



O Incra informou que existem inconsistências quanto aos critérios de elegibilidade na seleção e classificação dos beneficiários da reforma agrária no âmbito da Superintendência Regional local, tendo, inclusive, identificado 2.649 servidores públicos federais, estaduais e municipais participantes do citado programa.

A ação corre na 2ª Vara da Justiça Federal no Acre


TCU apura superfaturamento em contrato da Ferrovia Norte-Sul/TO

O Tribunal determinou a instauração de processo para apurar débito e ouvir responsáveis sobre o superfaturamento de 11,7% em contrato firmado entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A e a Construtora Norberto Odebrecht para obra de construção da Ferrovia Norte-Sul, no trecho Aguiarnópolis-Palmas, no Tocantins.
O contrato foi rescindido e a Valec deverá manter os valores já retidos, que serão abatidos do débito a ser apurado. O TCU continuará a analisar indícios de sobrepreço em outros contratos da Valec para construção da Ferrovia.
Em futuras licitações, a Valec deverá exigir a realização de projeto para instalações de canteiros de obras e apresentação detalhada de preços para os serviços de instalação e manutenção de canteiros e mobilização de equipamentos. Deverá, ainda, inserir nos editais a proibição, aos licitantes, de incluírem em encargos financeiros impostos com alíquotas superiores aos limites estabelecidos na legislação tributária. Cabe recurso da decisão. (Acórdão nº 462/Plenário, de 17.3.2010, TC nº 018.509/2008-9, Relator: Ministro Valmir Campelo, Unidade Técnica: Secob)

PRINCESA DILMA USA BOLSA KELLY DE R$ 14 MIL

jornalista Anna Ramalho escreveu na sua coluna no Jornal do Brasil:

“A ministra Dilma Rousseff, em foto publicada anteontem n’ O Globo, deve ter se esquecido de esconder a bolsa – tamanha foi a bronca no assessor do Geddel. Trata-se de uma Kelly, grife Hermès, criada em homenagem à princesa Grace, e objeto de consumo das milionárias mundo afora."

Detalhe: a bolsa não custa menos de 4.700 euros – cerca de R$ 14 mil. Portanto… Quem ainda teme a revolucionária comunista dos anos 70 pode ficar tranquilo. Não se usa uma Kelly impunemente.É muito bonito pregar comunismo nas propriedades e com o dinheiro dos outros...”

Para comprar a bolsinha que ela usa, o trabalhador brasileiro tem que trabalhar dois anos, sem comer, sem morar, investindo tudo na bolsinha da ministra boazinha do PAC, numa farsa de quem quer parecer popular. Mas que na verdade, depois de guerrilheira, o que ela virou foi uma aproveitadora do dinheiro público para uso de luxos 'burgueses'.


Enquanto ela e Lula atiram bolsa-família para manter a ignorância do povo, ela se agarra mesmo é no poder para ganhar milhões e poder andar como madame, com bolsa de madame.

Resultado de tudo isso: Ela é a campeã absoluta em todas as pesquisas em REJEIÇÃO!

Com a bênção de Cardeal

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI179908-18176,00-COM+A+BENCAO+DE+CARDEAL.html

O banco alemão KfW envolve Valter Cardeal, homem de confiança de Dilma Rousseff, na história de uma fraude de € 157 milhões
Andrei Meireles, de Porto Alegre, Marcelo Rocha e Isabel Clemente. Com Peter Moon

André Dusek/AE e Jonas Oliveira/ÉPOCA
OBRA INACABADA
Valter Cardeal e a usina de biomassa em Inácio Martins, Paraná, invadida pelo mato. Parte do dinheiro alemão sumiu

  Reprodução
O engenheiro gaúcho Valter Luiz Cardeal de Souza é o diretor de Planejamento e Engenharia da estatal Eletrobras, maior empresa de energia elétrica no país. Pragmático e influente, tem fama de possuir mais poder do que o cargo sugere. Empresários do setor, executivos de grandes empresas e a elite da burocracia tratam Cardeal como o “homem da Dilma”, referência às estreitas ligações políticas, profissionais e pessoais entre ele e a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Cardeal entrou para o setor público em 1971, quando se tornou funcionário da Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul (CEEE). Cardeal e Dilma se aproximaram durante o governo de Alceu Collares (1991-1995), quando ela era secretária de Energia do Rio Grande do Sul e ele diretor da CEEE. Desde então, ele se tornou homem de confiança de Dilma no setor elétrico. Os dois pertenceram ao PDT e, em 2001, ele a acompanhou na mudança para o PT. Dois anos depois, Cardeal chegou à Eletrobras por indicação de Dilma, ministra de Minas e Energia no início do governo Lula. Em 2007, ele ocupou interinamente a presidência da estatal, uma tentativa frustrada de Dilma para manter o controle sobre a empresa, que acabou nas mãos do PMDB. Com 59 anos, alto e falante, Cardeal costuma ser poupado nos rompantes de mau humor de Dilma nas reuniões com subalternos.

Em 2007, Cardeal foi denunciado pelo Ministério Público Federal por gestão fraudulenta e desvio de recursos com base nas descobertas da Operação Navalha, da Polícia Federal, que investigou irregularidades em obras públicas. Sob a proteção de Dilma, manteve-se apesar disso firme no governo federal. Foi presidente do Conselho de Administração de Furnas e da Eletronorte, outras duas estatais federais. Como diretor de Planejamento e Engenharia da Eletrobras, é responsável por projetos bilionários do sistema Eletrobras, como o programa de incentivo ao uso de energias alternativas, conhecido como Proinfa. Cardeal ainda acumula o cargo de presidente do Conselho de Administração da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), uma subsidiária da Eletrobras. Por causa desse segundo emprego, o nome de Cardeal aparece em um dos maiores escândalos da área de energia no governo Lula.

ÉPOCA teve acesso a uma ação de indenização por danos materiais e morais apresentada contra a CGTEE em agosto deste ano na 10ª Vara Cível de Porto Alegre pelo Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW) – um banco de fomento controlado pelo governo da Alemanha, uma espécie de BNDES germânico que foi criado na época da reconstrução do país depois da Segunda Guerra Mundial. Nessa ação, o KfW afirma ter evidências de que Cardeal teria conhecimento, desde o início, da emissão de garantias ilegais e fraudulentas, para que duas empresas privadas brasileiras obtivessem um empréstimo internacional no valor de e 157 milhões destinados à construção de sete usinas de biomassa de geração de energia no Rio Grande do Sul e no Paraná. Para o banco que empresta o dinheiro, essas garantias forneceriam um atestado de que, se o devedor não pagasse, alguém – no caso a CGTEE – funcionaria como fiador e arcaria com essa responsabilidade. Só que essas garantias, dadas em nome da CGTEE, violavam a Lei de Responsabilidade Fiscal, no artigo que proíbe empresas do governo de dar aval internacional a empresas privadas. Esse artigo determina que elas não podem funcionar como fiadoras nesse tipo de empréstimo. Ele foi incluído na lei para evitar o descontrole no endividamento das empresas estatais em moeda estrangeira e para impedir que o patrimônio do Estado seja colocado em risco. Todo gestor público experiente deve saber dessa proibição.

Cardeal foi denunciado em 2007 pelo Ministério Público por desvio de recursos da Eletrobrás

Na ação judicial, o banco alemão faz uma afirmação ainda mais comprometedora. De acordo com o KfW, a então ministra, Dilma Rousseff, tomou conhecimento do negócio em 30 de janeiro de 2006, durante um seminário, em Frankfurt, sobre investimentos em infraestrutura e logística no Brasil. “Até mesmo alguns políticos conheciam os fatos, como a então ministra, Dilma Rousseff”, afirma a ação. Ao processo, os advogados do KfW anexaram documentos do seminário. Dilma, na época ministra da Casa Civil, foi inscrita como chefe da equipe da Presidência do Brasil (leia abaixo a reprodução do programa do seminário). As garantias da operação, de acordo com o banco, foram discutidas num dos fóruns do seminário de que ela participou. Na apresentação do negócio a Dilma, o KfW diz ter informado que a operação ainda tinha o desafio de obter as garantias. Em seguida, apresentou uma saída: “Solução: emissão de garantia de pagamento por uma subsidiária, com patrimônio suficiente, da empresa governamental de energia Eletrobras”. Segundo o KfW, a subsidiária da Eletrobras já teria sido aceita pela agência oficial alemã de crédito de exportação. Dois dias depois do seminário com a presença de Dilma, o KfW, de acordo com a sindicância da CGTEE, registrou a obtenção das garantias aos financiamentos. Em nota enviada a ÉPOCA, o banco alemão afirma que recebeu garantias da CGTEE em março e agosto de 2005 para empréstimos para a empresa Winimport construir as usinas de biomassa.

A assessoria de Dilma confirmou que ela participou do seminário em Frankfurt, mas negou que tenha visto a apresentação sobre o negócio. Em nota enviada a ÉPOCA, a assessoria de Dilma afirma: “Tratou-se de um evento, como muitos feitos habitualmente pelo governo Lula em vários países, para exposição dos cenários econômico e social do Brasil a empresários e dirigentes alemães. A ex-ministra falou no painel ‘Aspectos Jurídico-Regulatórios e Programas Governamentais para Infraestrutura e PPPs’. Não houve painel sobre ‘financiamento de projetos de usinas de biomassas’. Na parte da tarde, (ela) se reuniu com representantes de empresas alemãs do setor naval e siderúrgico. À noite, embarcou para o Brasil”.

Em usinas de biomassa, podem ser usados resíduos de cana, madeira, vegetais e até lixo que, jogados em imensas caldeiras, viram matéria-prima para a geração de energia. Das sete usinas previstas – três da Winimport e quatro da Hamburgo –, cinco nunca saíram do papel. As outras duas constam dos registros da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o órgão regulador do mercado, como de propriedade da Winimport. Uma, no município paranaense de Ignácio Martins, ainda estaria em obras. A outra, em Imbituva, no Paraná, já estaria gerando energia. Visitas da reportagem de ÉPOCA às duas unidades, no entanto, revelaram situações diferentes. O projeto de Ignácio Martins está inconcluso. O mato tomou conta do canteiro de obras. A Aneel já multou a Winimport por atraso no cronograma dessa usina, cuja autorização data de novembro de 2004. A usina de Imbituva, um município de 28 mil habitantes, tem aparência de abandono, com apenas uma guarita de vigilância. A obra foi aprovada pela Eletrobras dentro do Proinfa, o programa destinado a incentivar o uso de energia alternativa no país. O dinheiro que fora emprestado para a construção das usinas teve outro destino.

O KfW descobriu a fraude em 2007, quando a Winimport deixou de quitar parte do financiamento. Na ocasião, o banco alemão procurou a CGTEE para cobrar as garantias, nos termos previstos na documentação dos empréstimos. Foi informado de que a estatal não tinha conhecimento desse aval. Isso motivou uma sindicância pela CGTEE e o fato foi comunicado à Polícia Federal. Naquele ano, uma investigação da PF, denominada Operação Curto-Circuito, constatou a fraude nas garantias, o sumiço do dinheiro e o envolvimento de nove pessoas. Elas foram presas depois de investigações em que a PF, com autorização judicial, obteve acesso a sigilos bancário, fiscal e telefônico e realizou buscas e apreensões. Em 2007, a PF enviou o relatório final da apuração à Justiça Federal no Rio Grande do Sul. Atualmente, todos respondem a processo, acusados dos crimes de formação de quadrilha para a prática de delitos contra a administração pública, corrupção passiva e ativa e estelionato.

André Dusek/AE e Jonas Oliveira/ÉPOCA, Cynthia Vanzella/Ag. RBS, Antonio Sobral/Correio do Povo, Mauro Schaefer/divulgação e reprodução

Quatro dos acusados são ou foram militantes do PT gaúcho e desempenharam funções relevantes nos governos do partido. Um deles é o principal acusado do golpe, o engenheiro eletricista Carlos Marcelo Cecin, ex-diretor técnico e de meio ambiente da CGTEE. Os outros três ligados ao PT são: Joceles da Silva Moreira, ex-assessor jurídico da CGTEE; Alan Barbosa, diretor-presidente da Hamburgo e um dos representantes da Winimport nas negociações; e o engenheiro Iorque Barbosa, ex-presidente da Cooperativa Riograndense de Eletricitários. Outro dos acusados é o representante no Brasil da empresa alemã CCC Machinery, Erwin Alejandro Jaeger Kar, apontado como mentor do golpe. A CCC Machinery intermediou os financiamentos contraídos na Alemanha pela Winimport e pela Hamburgo porque tinha interesse na venda das turbinas que equipariam as usinas no Paraná e no Rio Grande do Sul. Entre os acusados no processo não consta o nome de Valter Cardeal.

Mas ÉPOCA teve acesso a novas evidências de seu envolvimento no caso. Entre os documentos, aparecem fotos de Cardeal durante visita à CCC Machinery na Alemanha. Uma das imagens mostra um quadro de aviso com os nomes de Cardeal, Cecin e Jaeger. Depoimentos colhidos no processo criminal também apresentam indícios de que Cardeal, como presidente do conselho de administração da CGTEE, tinha conhecimento dos detalhes dos financiamentos, inclusive das garantias que teriam sido fornecidas pela estatal. Por intermédio do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), órgão do Ministério da Justiça, foi solicitado às autoridades alemãs que colhessem depoimentos de testemunhas locais. ÉPOCA também teve acesso aos interrogatórios prestados pelos executivos da CCC Machinery Wolfgang Willing e Detlev Wahl.

Willing e Wahl afirmaram que Cecin, na época diretor técnico da CGTEE, visitou a CCC Machinery na Alemanha em 9 de outubro de 2005. Disseram também que, em 2 de novembro daquele ano, Cecin retornou à empresa na companhia de Cardeal. Na ação que tramita na Justiça do Rio Grande do Sul, o KfW afirma também que “há evidências que serão apresentadas oportunamente sugerindo que o senhor Cardeal estava ciente da emissão das garantias Winimport desde o início”.

Outras informações em poder da Justiça brasileira reforçam a hipótese de que Cardeal tinha conhecimento das garantias aos empréstimos. Em depoimento à Justiça, Cecin afirmou que os membros da diretoria e do conselho de administração da CGTEE sabiam das negociações para a construção das usinas. “Todo mundo começou a dizer que não sabia, que não ouviu. Eu fiquei simplesmente horrorizado com isso. Porque era um assunto de conhecimento de todo mundo”, disse Cecin em seu depoimento. ÉPOCA procurou Cecin. Por intermédio de seu advogado, Lúcio Constantino, ele afirmou que a ação judicial proposta pelo KfW confirma o que ele disse à Justiça.

Cynthia Vanzella/Ag. RBS, Antonio Sobral/Correio do Povo, Mauro Schaefer/divulgação e reprodução
FIADOR
A fachada da sede da CGTEE em Porto Alegre. A subsidiária da Eletrobras foi usada para dar garantias fraudadas em operação de financiamento do BNDES alemão

Em seu depoimento, Cecin disse ainda que, na viagem que fez com Cardeal à Alemanha, eles jantaram com Axel Schroeder, dono do grupo MPC, o controlador da CCC Machinery. Afirmou que Schroeder fala português, pois foi dono de fábricas de navios no Brasil, nos anos 1960. Segundo Cecin, Cardeal se entusiasmou na conversa sobre investimentos em biomassa no Brasil. Em seu depoimento, Alan Barbosa também deu indícios do envolvimento de Cardeal. Ele disse que acompanhou Luciano Prozillo, diretor financeiro da Winimport, em reunião do conselho de administração da CGTEE, presidida por Cardeal, para tratar de projetos de interesse da empresa. Apesar de todas as informações sobre a participação de Cardeal, a sindicância conduzida pela CGTEE concluiu que as “garantias” foram tratadas pela Winimport e pela Hamburgo exclusivamente por Cecin.

ÉPOCA também procurou Cardeal. Ele disse que só tomou conhecimento das garantias em maio de 2007, quando o KfW cobrou da CGTEE o pagamento de prestações atrasadas devidas pela Winimport. Cardeal confirmou que esteve na sede da CCC Machinery, em Hamburgo, mas afirma que não tratou de empréstimos concedidos pela KfW a empresas brasileiras.

ÉPOCA pediu ao KfW que apresentasse as evidências que teria contra Cardeal. A reportagem indagou também se o banco tratou das garantias para empréstimo para as usinas de biomassa com Dilma e outras autoridades brasileiras. O KfW informou que não poderia responder às questões porque o assunto está em litígio na Justiça e também por causa das regras de confidencialidade e sigilo do sistema bancário alemão.

A participação de Cecin e de outros petistas nessa gigantesca fraude internacional chama a atenção para um grupo que gravita em torno de Dilma desde os tempos em que a atual candidata do PT à Presidência militava na política gaúcha. Na gestão do governador Olívio Dutra, Cecin trabalhou na equipe montada pela secretária estadual de Minas e Energia, Dilma Rousseff, para comandar a Companhia Estadual de Energia Elétrica. A diretoria da estatal contava também com as participações de Cardeal e Márcio Zimmermann, atual ministro de Minas e Energia.

Em 2002, com a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a saída do PT do governo do Rio Grande do Sul, Dilma, Cardeal, Zimmermann e Cecin foram para o governo federal. Na diretoria técnica e de meio ambiente da CGTEE, Cecin se transformou no nome mais forte no comando da subsidiária da Eletrobras. Seu prestígio aumentou quando ele ajudou a elaborar o projeto Luz para Todos, principal programa de Dilma no Ministério de Minas e Energia. O Luz para Todos foi depois coordenado por Cecin durante a implantação no Rio Grande do Sul.

Nas negociações para a CGTEE dar aval ao financiamento das usinas de biomassa, Cecin foi auxiliado pelo então consultor jurídico da CGTEE, Joceles Moreira. No governo Olívio Dutra no Rio Grande do Sul, entre 1998 e 2002, Joceles ocupou uma das vice-presidências do Banrisul, o banco público gaúcho. Ele foi o autor do parecer jurídico que respaldava as assinaturas de Cecin nas garantias.

As duas empresas financiadas pelo banco alemão – Winimport e Hamburgo – eram representadas nas negociações com a CGTEE por Alan Barbosa, técnico do setor elétrico que participou de lutas sindicais e militou no Campo Majoritário, antigo nome da corrente do PT liderada pelo ex-ministro José Dirceu. Barbosa é diretor-presidente da Hamburgo, empresa criada exclusivamente para assinar os contratos e receber o financiamento no valor de € 109,9 milhões.

Ao envolver Cardeal num escândalo internacional, o KfW atinge um dos nomes considerados certos num eventual governo Dilma. Essa poderá ser considerada a segunda grande baixa do time de confiança de Dilma. A outra foi a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, abatida por um escândalo de tráfico de influência e nepotismo no Palácio do Planalto.

Cynthia Vanzella/Ag. RBS, Antonio Sobral/Correio do Povo, Mauro Schaefer/divulgação e reprodução

PT - PERDA TOTAL POR DIOGO PORTUGAL

O Anticristo e a Mulher de Vermelho

Neste trabalho, o Pastor Alejandro Bullón responde estas perguntas e esclarece as verdades reveladas no último livro da Bíblia.

Virá o Anticristo em nossos dias? Já opera o Anticristo? Quem representa a mulher vestida de vermelho? Que calamidades o Anticristo fez no passado? O que fará no futuro? Terá o nosso mundo um fim repentino?
( Em protesto, estudantes católicos chamam Dilma de”anticristo” )
http://www.diariodeteresina.com.br/site/?p=4632












Coincidência ou não! Propaganda Nazista... Falei Nazista e não Petista, será?










Fui extorquido na Casa Civil

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/fui-extorquido-na-casa-civil

Em reportagem de VEJA desta semana, o parlamentar Roberto Rocha revela que assessor de Dilma Rousseff exigiu 100 000 reais de propina para agilizar processo que dependia de autorização do presidente Lula

Vladimir Muskatirovic, o Vlad, da Casa Civil, ao lado da ex-ministra Erenice Guerra. No destaque, Roberto Rocha

Vladimir Muskatirovic, o Vlad, da Casa Civil, ao lado da ex-ministra Erenice Guerra. No destaque, Roberto Rocha
Em 2007, o deputado Roberto Rocha, do PSDB maranhense, obteve uma audiência na Casa Civil para tratar de um problema que já se estendia por anos. Como mostra a revista VEJA desta semana, contudo, Rocha não encontrou uma solução para seu problema na visita ao Planalto. Encontrou, isso sim, um outro exemplo de como um balcão de negócios operava na Casa Civil de Dilma Rousseff, Erenice Guerra e companhia.

Sócio da TV Cidade, retransmissora da Record no Maranhão, Rocha aguardava desde 2003 uma autorização para alterar a composição societária da empresa. Como as emissoras de televisão são concessões públicas, negócios desse tipo requerem a chancela do governo. Esse procedimento burocrático deveria ser rápido (na medida em que as burocracias são rápidas, é claro), mas acabou se alongando despropositadamente por razões políticas. Rocha é adversário dos Sarney no Maranhão. Dona de TV no estado, e influente no governo Lula, a família fez de tudo para atravancar o seu negócio. Como no Maranhão o apoio ou a oposição aos Sarney é um divisor de águas, Rocha contou até mesmo com a ajuda de petistas, como o deputado Domingos Dutra, para chegar à Casa Civil.

Lá, encontrou-se com o personagem central da reportagem: o advogado Vladimir Muskatirovic, o "Vlad", que atualmente ocupa a chefia de gabinete da Casa Civil. Subordinado de Erenice Guerra desde a época em que ela comandava a assessoria jurídica do Ministério de Minas e Energia, Vlad foi carregado pela chefe para a Presidência - da mesma forma como Erenice foi carregada por Dilma Rousseff, de quem era braço direito.

Dilma tornou-se candidata à Presidência da República pelo PT. Erenice assumiu a Casa Civil, mas foi derrubada do cargo por comandar uma central de tráfico de influência que beneficiava, entre outros, seu filho Israel. Vlad, no entanto, continua firme no governo. Como mostra VEJA - que ouviu também fontes da Casa Civil e do próprio PT -, ao receber o deputado Rocha ele pediu 100 000 reais de propina para resolver a sua pendência.

"Fui extorquido pela Casa Civil", diz Rocha a VEJA. A revista também narra como uma segunda reunião, no restaurante da Câmara dos Deputados, foi agendada para acertar as prestações. O primeiro pagamento - o único consumado - foi de 20 000 reais.

Procurado por VEJA, Vlad negou, em nota escrita, ter pedido ou recebido propina.

CARTA DA CNBB QUE O PT QUER CENSURAR

Leiam a carta da CNBB ( CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL) que o PT quer censurar. Esta é a democracía que este partido que se acha dono do Brasil defende? A igreja Católica tem todo o direito de lutar por seus principios e doutrinas

PT deu Passa Moloque nos Evangélicos e na CNBB sobre o Aborto



Dando truque nos evangélicos: um dia depois do 1º turno, governo petista prorroga convênio com grupo que quer legalizar o aborto

(Por Leandro Colon, no Estadão) – A postura da candidata Dilma Rousseff (PT) em prometer aos eleitores não mudar a lei do aborto contradiz a atuação do próprio governo que representa. O Ministério da Saúde publicou, em 4 de outubro, um dia depois do primeiro turno, a prorrogação de um convênio que estuda mudanças na sua legislação. O projeto, segundo o contrato publicado no Diário Oficial da União, chama-se “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o Aborto no Brasil”.

Dilma divulgou ontem uma carta em que diz ser contra o aborto e promete não tomar “iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação” sobre o assunto. O objetivo dela é diminuir a resistência de grupos religiosos que pregam voto contra a petista, por ter defendido no passado a descriminalização do aborto.

Só que a promessa vai na contramão da atuação do Ministério da Saúde nos últimos anos e tem incomodado entidades que atuam em parceria com o governo. Esse recente convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão.

Coordenador desse grupo de estudos em todo o País, o médico Thomaz Gollop lamenta a carta de Dilma e o rumo da discussão sobre o tema no segundo turno. “O enfoque está errado, inadequado, seja para qual for o candidato. O Brasil precisa se informar. Nas alturas dos acontecimentos, isso virou uma discussão de posicionamento radical”, diz. “Acho muito ruim que esse tema seja motivo de barganha. É completamente inadequado que o candidato diga o que vai ser feito.”

O projeto apoiado pelo governo trata, segundo extrato do Diário Oficial, de estudo para “despenalizar” o aborto, ou seja, não aplicar penas às mulheres que adotam essa prática, condenada por lei. Mas, segudo o coordenador, a idéia é ir mais longe e não fazer mais do aborto um crime.

Fonte: O Verbo / Reinaldo Azevedo